terça-feira, 24 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Lei antifumo

Não pretendo discutir o número de mortes e fumantes passivos reclamando do cheiro de cigarro no cabelo mas não vou deixar de ser humana.
Como fumante consciente do "ex-trago" que o fumo causa não só no meu corpo ao acendê-lo, fico cada dia mais perpléxa com a radicalidade da lei, agora eu, por mais que não seja usuária da maconha achava que estavamos não tão longe de uma liberação da droga em tabacarias, também não conheço muitas tabacarias, registradas como tal, quando quero algo diferente relacionado ao tabaco dirijo-me à banquinha de jornal/papelaria "Balayos" no bairro Alto da Glória em curitiba, mas esse não é o ponto!
Quando chego em bares, cafeterias e festas é óbvio que a ausência de fumaça transbordando por todos os furos do local, PRINCIPALMENTE das bocas de nossos amigos fumantes e da minha boca que tanto aprecia 20 "coisinhas proibídas" dentro da embalagem mais atraente que ja ví(E o cara que criou a 8° maravilha que é ver uma carteira de lucky strike, desenhou a primeira lata de alumínio da Coca-cola, trabalhou com desenhos da Nasa e finitas coisas INCRÍVEIS. Raymond Loewy) é confortável para meu nariz e bom para meus olhos, ao mesmo tempo eu sinto um vazio dentro de mim a falta de uma(vamos misturar as coisas) substância que me acompanhou tanto tempo, que sem reclamar me ajudou a esperar pessoas, que logo de cara virou melhor amiga do café, do capuccino, do mate-leão, da coca-cola, do depois do almoço, do interfalo de filmes, do depois do banho, do depois do sexo, do ao sair de casa e da vida toda.
Eu me sinto feliz, mas somente pelo meu nariz.
Acho MUITO radical o cigarro ser banido de fumódromos ao AR LIVRE(como o do shopping Mueller), eles serviam como abrigos e você não sentia muito cheiro de cigarro no local, a fumaça ia toda pro céu de curitiba!(depoimento de uma fumante estarrecida)
Eu talvez não consiga chegar ao ponto que eu quero chegar com isso, existe muita infelicidade dentro da minha felicidade de ver as pessoas se apertando dentro de um cercadinho de 1,30/1,30 na calçada de um "irish pub", me fez mal ser exposta a isso, me ver dentro do 1,30/1,30 ao lado da entrada, de cara pra rua, com cara de "essa lei me pegou"!Eu espero muito que essa lei seja suavizada, mesmo não acreditando muito nisso, faço uma pausa infinita e ascendo o cigarro ao contrário, só pra contrariar e também demonstrar o quanto estou perdida.
sábado, 21 de novembro de 2009
Entre todos os lugares em que eu passei meus olhos nesse começo de noite, gostei muito do que li no blog da Marcia Tiburi, sobre Geyse Arruda!Ela publicou um texto de Fernando Chui (http://fernandochui.blogspot.com/) que me agradou MUITO, nesse texto vemos a clara semelhança entre Geyse Arruda e a 'personagem da canção de Chico Buarque "Geni e o Zepelin".
UMA BURCA PARA GEISY
por Miguezim de Princesa
Quando Geisy apareceu
Balançando o mucumbu
Na Faculdade Uniban,
Foi o maior sururu:
Teve reza e ladainha;
Não sabia que uma calcinha
Causava tanto rebu.
II
Trajava um mini-vestido,
Arrochado e cor de rosa;
Perfumada de extrato,
Toda ancha e toda prosa,
Pensou que estava abafando
E ia ter rapaz gritando:
“Arrocha a tampa, gostosa!”
III
Mas Geisy se enganou,
O paulista é acanhado:
Quando vê lance de perna,
Fica logo indignado.
Os motivos eu não sei,
Mas pra passeata gay
Vai todo mundo animado!
IV
Ainda na escadaria,
Só se ouvia a estudantada
Dando urros, dando gritos,
Colérica e indignada
Como quem vai para a luta,
Chamando-a de prostituta
E de mulherzinha safada.
V
Geisy ficou acuada,
Num canto, triste a chorar,
Procurou um agasalho
Para cobrir o lugar,
Quando um rapaz inocente
Disse: “oh troço mais indecente,
Acho que vou desmaiar!”
VI
A Faculdade Uniban,
Que está em último lugar
Nas provas que o MEC faz,
Quis logo se destacar:
Decidiu no mesmo instante
Expulsar a estudante
Do seu quadro regular.
VII
Totalmente escorraçada,
Sem ter mais onde estudar,
Geisy precisa de ajuda
Para a vida retomar,
Mas na novela das oito
É um tal de molhar biscoito
E ninguém pra reclamar.
VIII
O fato repercutiu
De Paris até Omã.
Soube que Ahmadinejad
Festejou lá no Irã,
Foi uma festa de arromba
Com direito a carro-bomba
Da milícia Talibã.
IX
E o rico Osama Bin Laden,
Agradecendo a Alá,
Nas montanhas cazaquistãs
Onde foi se homiziar
Com uma cigana turca,
Mandou fazer uma burca
Para a brasileira usar.
X
Fica pra Geisy a lição
Desse poeta matuto:
Proteja seu bom guardado
Da cólera dos impolutos,
Guarde bem o tacacá
E só resolva mostrar
A quem gosta do produto.
UMA BURCA PARA GEISY
por Miguezim de Princesa
Quando Geisy apareceu
Balançando o mucumbu
Na Faculdade Uniban,
Foi o maior sururu:
Teve reza e ladainha;
Não sabia que uma calcinha
Causava tanto rebu.
II
Trajava um mini-vestido,
Arrochado e cor de rosa;
Perfumada de extrato,
Toda ancha e toda prosa,
Pensou que estava abafando
E ia ter rapaz gritando:
“Arrocha a tampa, gostosa!”
III
Mas Geisy se enganou,
O paulista é acanhado:
Quando vê lance de perna,
Fica logo indignado.
Os motivos eu não sei,
Mas pra passeata gay
Vai todo mundo animado!
IV
Ainda na escadaria,
Só se ouvia a estudantada
Dando urros, dando gritos,
Colérica e indignada
Como quem vai para a luta,
Chamando-a de prostituta
E de mulherzinha safada.
V
Geisy ficou acuada,
Num canto, triste a chorar,
Procurou um agasalho
Para cobrir o lugar,
Quando um rapaz inocente
Disse: “oh troço mais indecente,
Acho que vou desmaiar!”
VI
A Faculdade Uniban,
Que está em último lugar
Nas provas que o MEC faz,
Quis logo se destacar:
Decidiu no mesmo instante
Expulsar a estudante
Do seu quadro regular.
VII
Totalmente escorraçada,
Sem ter mais onde estudar,
Geisy precisa de ajuda
Para a vida retomar,
Mas na novela das oito
É um tal de molhar biscoito
E ninguém pra reclamar.
VIII
O fato repercutiu
De Paris até Omã.
Soube que Ahmadinejad
Festejou lá no Irã,
Foi uma festa de arromba
Com direito a carro-bomba
Da milícia Talibã.
IX
E o rico Osama Bin Laden,
Agradecendo a Alá,
Nas montanhas cazaquistãs
Onde foi se homiziar
Com uma cigana turca,
Mandou fazer uma burca
Para a brasileira usar.
X
Fica pra Geisy a lição
Desse poeta matuto:
Proteja seu bom guardado
Da cólera dos impolutos,
Guarde bem o tacacá
E só resolva mostrar
A quem gosta do produto.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Olhar para dentro!
Sinto uma falta enorme de alguma coisa que eu nunca vivi...
Não que seja triste, devo ficar preocupada mas não triste!Eu pouco sei sobre relacionamentos, mas a maioria dos meus "amores" foram tentativas de me sentir acompanhada, dependendo o dia, tentativas de acompanhar alguém, tô sentido falta da parte sincera de se abraçar alguém, de pular em alguém, de rolar na grama feito uma criança idiota...paralelo a isso, eu não tenho muita paciência pra essas coisas.
Sentir falta de algo não existente e querer fazer coisas da qual não se sabe viver.
Preciso de AMOR.
Cansei de estudar, cansei dos games, cansei de beber, cansei de rir, cansei de flertar, cansei de sexo, cansei de me apaixonar por uma pessoa diferente a cada dia diferente, cansei de não ter atitude e cansei de ser do mal.
Agora eu parei, vou me purificar, prometo me purificar.
-Não que eu precise de amor, amor não é a palavra certa (quando se ignora o fato de que amor é a palavra certa pra 90% das coisas e a solução para um mundo melhor), talvez a palavra certa seja...não sei, talvez eu até goste de algum vazio, é provável que eu não abra mão.
Não que seja triste, devo ficar preocupada mas não triste!Eu pouco sei sobre relacionamentos, mas a maioria dos meus "amores" foram tentativas de me sentir acompanhada, dependendo o dia, tentativas de acompanhar alguém, tô sentido falta da parte sincera de se abraçar alguém, de pular em alguém, de rolar na grama feito uma criança idiota...paralelo a isso, eu não tenho muita paciência pra essas coisas.
Sentir falta de algo não existente e querer fazer coisas da qual não se sabe viver.
Preciso de AMOR.
Cansei de estudar, cansei dos games, cansei de beber, cansei de rir, cansei de flertar, cansei de sexo, cansei de me apaixonar por uma pessoa diferente a cada dia diferente, cansei de não ter atitude e cansei de ser do mal.
Agora eu parei, vou me purificar, prometo me purificar.
-Não que eu precise de amor, amor não é a palavra certa (quando se ignora o fato de que amor é a palavra certa pra 90% das coisas e a solução para um mundo melhor), talvez a palavra certa seja...não sei, talvez eu até goste de algum vazio, é provável que eu não abra mão.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
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